domingo, 20 de octubre de 2013

ADICÇÃO VOCÊ PODE SE CURAR-20/10/2103

ADICÇÃO - VOCÊ PODE SE CURAR!: ADICÇÃO - VOCÊ PODE SE CURAR!: ADICÇÃO VOCÊ PODE S...: ADICÇÃO - VOCÊ PODE SE CURAR!: 20/10/2013.
ORAÇÕES,DEPENDÊNCIA QUÍMICA UM PROBLEMA NACIONAL,DEPOIMENTOS DE DEPENDENTES QUÍMICOS EM RECUPERAÇÃO,DEPOIMENTOS DE CODEPENDENTES, FAMILIARES NO NARANON, MEDITAÇÃO GUIADA POR KELI SOARES, PSICÓLOGA DE RENOME INTERNACIONAL, ERIKSONIANA,INDICAÇÃO DE CLÍNICAS DE RECUPERAÇÃO, REMOÇÃO E RESGATE PROFISSINALIZADO POR MARCIO SOARES,
GRUPOS DE AJUDA,AGRADECIMENTOS.



ORAÇÕES.

ORAÇÕES,PROGRAMA ANTITABAGISMO DO GOVERNO FEDERAL,OITO REMÉDIOS NATURAIS PARA UMA MELHOR QUALIDADE DE VIDA,CAPS AD E SUAS ATRIBUIÇÕES,INDICAÇÃO DE CLÍNICAS MÉDICAS VOLUNTÁRIAS E INVOLUNTÁRIAS PARA DESINTOXICAÇÃO,REABILITAÇÃO,RECUPERAÇÃO,REINSERÇÃO SOCIAL E POSTERIOR CURA COMPLETA DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL,MEDITAÇÃO GUIADA POR KELI SOARES,PSICÓLOGA,DEPOIMENTOS DE CODEPENDENTES,FAMILIARES DE USUÁRIOS DE DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS,GRUPOS DE AJUDA A FAMILIARES E USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS,





ORAÇÕES.
OVORAÇÃO DA SERENIDADE.
DEUS, CONCEDA-ME A SERENIDADE PARA ACEITAR AS COISAS QUE 
NÃO POSSO MODIFICAR,
CORAGEM PARA MODIFICAR AQUELAS QUE EU POSSO,
E SABEDORIA PARA RECONHECER A DIFERENÇA.
SÓ POR HOJE FUNCIONA.
FORÇA.



"DEUS,CONCEDA-NOS A SABEDORIA PARA ESCREVERMOS DE ACORDO COM OS SEUS DIVINOS PRECEITOS.INSPIRE EM NÓS UM SENTIDO DO SEU PROPÓSITO.FAÇA-NOS SERVIDORES DA SUA VONTADE E CONCEDA-NOS UM LAÇO DE ABNEGAÇÃO,PARA QUE ESTA SEJA SUA VERDADEIRA OBRA,NÃO A NOSSA-PARA QUE NENUM ADICTO,EM NENHUM LUGAR, PRECISE MORRER DOS HORRORES DA ADICÇÃO."



PROGRAMA DO GOVERNO FEDERAL ANTI-TABAGISMO
PROCURE AJUDA SUS(SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.)

 
A NICOTINA MATA MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO.



-> TRATAMENTO/Dependência Química/Definição

Há  dois fatos importantes que precisam ser considerados na atualidade:
 1) Nas  últimas décadas houve um incontestável avanço   das ciências que estudam os fenômenos mentais, com  descobertas de importantes psicofármacos e comprovação   da eficácia de numerosas técnicas  terapêuticas  psico-sociais;
 2) A  ancestral relação do ser humano com substâncias psicoativas ganhou notoriedade por diversas razões, desde  o aumento e banalização do uso, até questões   econômicas estimando os custos diretos e indiretos relacionados   aos transtornos pelo uso em cerca de 300 bilhões de dólares  anuais, só nos Estados Unidos.
 Assim  sendo, quando se pensa no tratamento das dependências químicas  faz-se necessário e útil estabelecer seus princípios gerais para que se possa ao mesmo tempo, afastar preconceitos marginalizantes, proporcionar eficácia baseada  em  evidência científica e obter avanços na  assistência àqueles que sofrem com este problema.
 A  seguir delinearemos breves linhas a respeito destes princípios,  tomando como base duas importantes e reconhecidas instituições normatizadas do assunto: Instituto Nacional de Abuso de Drogas – NIDA (National Institute on Drug Abuse)/EUA e Associação  Psiquiátrica Americana – APA (American Psuchiatric  Association).
 Embora  proceda a crítica de que tais fontes de referência não  possam ser transponíveis integralmente à realidade de  uma outra cultura como a nossa, é inegável que sua  tradição em pesquisa e clínica baseada em  evidência tem muito a oferecer como caminho norteador da busca  de excelência. Estas normas já se encontram muito bem  estabelecidas na área de dependência química, mas  necessitam de adaptação ao contexto brasileiro.
 1.  PRINCÍPIOS DE  TRATAMENTO EFETIVO – UM GUIA BASEADO EM PESQUISA
(Tradução  e reprodução permitida pelo NIDA de parte de sua  Publicação Nº 00-4180)
Fonte: NIDA – National Institute on Drug Abuse, National Institute of  Health (NIH-USA). Disponível na internet:http://www.nida.nih.gov
1.1  Não  há  um tratamento único, que seja apropriado para todos
É muito  importante que haja uma combinação adequada entre tipo  de ambiente, intervenções e serviços para cada  problema e necessidade da pessoa, contribuindo para o sucesso do  tratamento e para o retorno a uma vida produtiva na família,  trabalho e sociedade.
1.2  O  tratamento deve  estar sempre disponível
Considerando que os  dependentes químicos possam ter dúvidas sobre se  iniciam ou não um tratamento, é muito importante  aproveitar a oportunidade quando eles sinalizam estar prontos para o  mesmo. Pode-se perder candidatos potenciais para o tratamento, caso  este não esteja disponível imediatamente ou não  seja acessível com facilidade.
1.3  O  tratamento  efetivo deve contemplar as várias necessidades da pessoa, não  somente o seu uso de drogas
Para ser efetivo, o  tratamento deve ser dirigido ao uso de drogas, mas também a  qualquer outro problema médico, psicológico, social, profissional e jurídico da pessoa.
1.4  O  plano de  tratamento deve ser continuamente avaliado e, se for o caso, modificado para assegurar que se mantenha atualizado com as mudanças  nas necessidades da pessoa
Um  paciente pode  necessitar de combinações de serviços que variam  durante o tratamento e recuperação. Além do  aconselhamento ou psicoterapia, o paciente pode necessitar também  de medicamentos, outros serviços médicos, terapia  familiar, orientação educacional (para os filhos), orientação vocacional e outros serviços sociais  e/ou legais. É fundamental que o tratamento esteja apropriado  a idade, sexo, grupo étnico e cultural do paciente.
1.5  É  importante  que o paciente permaneça durante um período adequado de  tempo no tratamento
A duração  apropriada do tratamento para uma pessoa depende de seus problemas e  necessidades. As investigações indicam que na maioria  das vezes, começa-se a se verificar uma melhoria significativa  depois de três meses de tratamento. Quando se chega a este  ponto, os tratamentos adicionais podem culminar em uma recuperação  acelerada. Considerando que muitas pessoas abandonam cedo  este processo, os programas devem incluir estratégias que  comprometam e mantenham os pacientes no tratamento.
1.6  O  aconselhamento (individual e/ou em grupo) e outros tipos de psicoterapias comportamentais são componentes indispensáveis do tratamento efetivo para a dependência
Durante  a  terapia, os  pacientes tratam de seus problemas de motivação,  desenvolvem habilidades para recusar o uso da droga. Substituem  atividades em que se utilizavam das substâncias por outras  úteis e construtivas em que não há o uso de drogas, e melhoram suas estratégias para a resolução  de problemas. A psicoterapia comportamental também melhora as  relações interpessoais e facilita a reinserção  do indivíduo em sua família e na própria  comunidade. 
1.7  Para  muitos  pacientes, os medicamentos formam um elemento importante do  tratamento, especialmente quando se combinam com os diferentes tipos  de terapia
A  metadona  e o L-a-acetilmetadol (LAAM) são muito efetivos para ajudar  aqueles indivíduos dependentes de heroína e outros  opióides, pois auxiliam na estabilização de suas  vidas e na redução do uso de drogas. O naltrexone  também é um medicamento eficaz para dependentes de  opióides que sofrem de dependência ai álcool ao  mesmo tempo. Para os fumantes, os produtos que substituem a nicotina  (adesivos e gomas de mascar) ou a medicação (bupropiona) podem ser componentes efetivos do tratamento. Para  pacientes com outros transtornos mentais associados à  dependência de drogas, a combinação de  tratamentos psicológicos e medicamentosos é crucial  para o sucesso.
IMPORTANTE:  No Brasil,  as seguintes medicações podem ser utilizadas na prática  clínica como adjuvantes no tratamento específico da  dependência de substâncias psicoativas:
  1. para álcool: dissulfiram, naltrexone e acamprosato
  2. para nicotina: bupropiona e reposição de nicotina
  3. para opióides: naltrexone e clinidina. A metadona (um opióide sintético, quem tem ser uso preconizado em nosso meio como analgésico), embora efetiva como fármaco de reposição em dependência à opióides, não tem seu uso liberado oficialmente para este fim no Brasil. 
1.8  No  caso de  indivíduos com problemas de dependência ou abuso de  drogas que ao mesmo tempo apresentam outros transtornos mentais,  deve-se tratar os dois problemas de uma maneira integrada
Freqüentemente  se  vêem transtornos de dependência e outros transtornos  mentais num mesmo indivíduo. Os pacientes que apresentam as  duas condições devem ser avaliados e tratados conforme  ambos os transtornos.
1.9  A  desintoxicação  médica é apenas a primeira etapa do tratamento para a  dependência e, por si só, pouco faz para modificar o uso  de drogas em longo prazo
A  desintoxicação  médica trata cuidadosamente de sintomas físicos agudos  da síndrome de abstinência, que ocorrem quando se deixa  de usar alguma droga. Ainda que a desintoxicação por si  só raramente seja suficiente para ajudar as pessoas  dependentes a conseguir abstinência em longo prazo, para alguns  indivíduos serve como um precursor fortemente indicado para o  tratamento efetivo da dependência de drogas. 
1.10  O  tratamento não  precisa ser voluntário para ser efetivo
O tratamento pode ser  facilitado pela forte motivação do paciente.  Entretanto, medidas compulsórias ou recompensas dentro da  família, do ambiente de trabalho ou do próprio sistema  judiciário podem incrementar significativamente a porcentagem de indivíduos que entram e que se mantém no processo,  bem como o sucesso do tratamento da dependência de drogas. 
1.11  O  uso de drogas  durante o tratamento deve ser supervisionado constantemente
Durante o período  de tratamento, há risco de recaídas ao uso de  substâncias psicoativas. A supervisão objetiva do uso de drogas e álcool durante o tratamento, incluindo análise de urina ou outros exames, pode ajudar o paciente a resistir a seus  impulsos de usar estas substâncias. Este tipo de supervisão  também pode proporcionar uma evidência precoce do uso de  drogas, para que o plano de tratamento do paciente possa ser  reajustado. Informar os resultados aos pacientes, cujo resultado  tenha sido positivo para o uso recente de substâncias, pode ser  um elemento importante no processo de tratamento. 
1.12  Os  programas de  tratamento devem incluir exames para HIV/AIDS, hepatite B e C,  tuberculose e outras enfermidades infecciosas, conjuntamente com a  terapia necessária para ajudar aos pacientes a modificar ou  substituir aqueles comportamentos que os colocam a si e aos outros em  risco de serem infectados
A  terapia pode ajudar  aos pacientes a evitar comportamentos de alto risco. Também  pode ajudar as pessoas que já estão infectadas a manejar sua doença. 
1.13  A  recuperação  da dependência de drogas pode ser um processo em longo prazo e  freqüentemente requer várias tentativas de tratamentos
Tal  como em outras  doenças crônicas, a recaída pode ocorrer durante  ou depois de tentativas exitosas de tratamento. Os pacientes podem  necessitar de tratamentos prolongados e várias tentativas de  tratamento para poder conseguir a abstinência em longo prazo e  um funcionamento completamente reestabelecido. Participação  em programas de auto-ajuda durante e depois do tratamento serve de  apoio para a manutenção da abstinência.
 
2.  TRANSTORNOS  RELACIONADOS AO USO DE SUBSTÂNCIAS – PRINCÍPIOS  E ALTERNATIVAS DE TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO EM GERAL
Baseado  na tradução  de parte da publicação da APA – (Guia prático  para o tratamento de pacientes com transtornos pelo uso de  substâncias como álcool, cocaína e opióides), recomendamos o seguinte: 
RESUMO  DAS  RECOMENDAÇÕES
Este  sumário tem  a intenção de prover uma visão panorâmica  da organização e escopo de recomendações  do guia prático completo ao qual faz parte. O tratamento de  indivíduos com transtornos relacionados ao uso de substâncias  psicoativas (que doravante abreviaremos neste texto como TUS) requer  a consideração de muitos fatores e não pode ser  adequadamente revisado em um breve resumo. O leitor é    encorajado a consultar o guia completo (disponível On line  no endereço: http://www.psych.org/psych_pract/treatg/pg/pg_substance.cfm) para obter recomendações específicas de  tratamento. 
Sistema  Codificador
Cada  recomendação  é identificada como pertencente a uma de três categorias  de endosso, indicado através de um numeral romano entre  parênteses seguinte à recomendação. 
As  três  categorias representam variáveis níveis de  confiabilidade clínica: 
  (I)     recomendado  com substancial confiabilidade clínica
  (II)     recomendado  com moderada confiabilidade clínica
(III)     pode ser recomendado com base em circunstâncias  individualizadas

Princípios Gerais



Indivíduos com TUS são heterogêneos em relação às características clinicamente importantes.
  1. número e tipo de substância utilizada
  1. severidade do transtorno e grau de prejuízo no funcionamento associado
  1. condições médicas gerais e psiquiátricas associadas
  1. forças (fatores protetores e de adaptabilidade) e vulnerabilidades próprias de cada paciente
  1. O contexto social e ambiental no qual o indivíduo vive e será tratado.

Tais pacientes serão afetados em várias áreas de seu funcionamento e requerem tratamento multiprofissional.  Este tratamento pode ser pensado como ocorrendo em fases.
  1. Fase de avaliação
  1. tratamento de quadros de intoxicação e abstinência, quando necessário.
  1. desenvolvimento e implementação de uma estratégia global de acompanhamento

2.1  Elementos da  Avaliação
Uma  avaliação  psiquiátrica completa é essencial para guiar o  tratamento de indivíduos com TUS. Esta avaliação  pode incluir:
  1. história atual e pregressa detalhada do uso de substâncias e seus efeitos sobre o funcionamento cognitivo, psicológico, comportamental e fisiológico do paciente; 
  2. exame e história médica geral e psiquiátrica; 
  3. história dos tratamentos psiquiátricos prévios e seus resultados; 
  4. história familiar e social; 
  5. testagem toxicológica de drogas de abuso; e 
  6. outros exames laboratoriais para ajudar a confirmar a presença ou ausência de comorbidades freqüentemente associadas com TUS. 
2.2  Gerenciamento  Psiquiátrico
Gerenciamento  psiquiátrico é a base do tratamento de TUS. O manejo  psiquiátrico tem os seguintes objetivos:
  1. estabelecer e manter uma aliança terapêutica 
  2. monitorar o estado clinico do paciente 
  3. tratar os estados de intoxicação e abstinência 
  4. desenvolver e facilitar aderência ao plano terapêutico 
  5. prevenir a recaída 
  6. providenciar psico-educação sobre TUS 
  7. reduzir a morbidade e seqüelas associadas 
Geralmente,  o manejo  psiquiátrico é combinado com tratamentos específicos  levados em colaboração e co-participação de profissionais de várias disciplinas e atuantes em vários  tipos e locais de tratamento, incluindo comunidades terapêuticas, clínicas, hospitais, programas de desintoxicação,  tratamentos ambulatoriais e de internação. 
2.3  Tratamentos  Específicos
Abordagens  farmacológicas e psico-sociais não serão  revisadas especificamente neste resumo, embora sejam geralmente  estudadas e aplicadas no contexto de programas de tratamento que  combinam diferentes modalidades de tratamento. Vale salientar aqui  que é incomum que uma única abordagem seja efetiva  quando utilizadas isoladamente. 
2.4  Tratamentos Farmacológicos
Abordagem  farmacológica  é benéfica para determinados pacientes com TUS. As  categorias de tratamento farmacológico são: 
  1. medicações para tratar os estados de intoxicação e abstinência 
  2. medicações usadas para reduzir os efeitos reforçadores (que promovem ou facilitam a auto-administração) das substâncias de abuso 
  3. medicações que desencorajam o uso de substâncias por induzir conseqüências desagradáveis através da interação do fármaco com a droga de abuso ou através do acoplamento do uso da droga com um desprazer (condicionamento induzido pela droga) 
  4. terapia de substituição por agonista 
  5. medicações para tratar comorbidades psiquiátricas 
2.5  Tratamentos Psico-sociais
Abordagens  psico-sociais  são componentes essenciais de um programa completo de  tratamento dos TUS. Embora haja poucos estudos controlados e muitos  deles tenham limitações metodológicas, as  informações disponíveis, somados à  experiência clínica, indicam que as seguintes formas de  tratamento são eficazes:
  1. psicoterapia cognitivo-comportamental 
  2. psicoterapia comportamental 
  3. psicoterapia psicodinêmica/interpessoal 
  4. psicoterapia de grupo e familiar 
  5. participação em grupos de auto-ajuda (AA – Alcoólicos Anônimos, NA – Narcóticos Anônimos, outros) 
2.6  Formulação  e Implementação de um Plano de Tratamento
Os objetivos/metas de  tratamento e a escolha de modalidades específicas necessárias  para atingir estas metas podem variar entre diferentes pacientes e  para um mesmo paciente em diferentes fases do transtorno. Já  que muitos desses transtornos são condições  crônicas, os pacientes usualmente requerem tratamento de  longo-tempo, embora a intensidade e os componentes específicos  possam variar no tempo. Um plano de tratamento é desenvolvido  incluindo os seguintes elementos:
  1. gerenciamento psiquiátrico 
  2. uma estratégia para promover abstinência ou reduzir os efeitos do uso de substâncias psicoativas 
  3. esforços para aumentar a adesão continuada ao programa de tratamento, à prevenção da recaída e à melhora do funcionamento global do sujeito 
  4. tratamentos adicionais necessários para pacientes com comorbidades clínicas ou psiquiátricas 
2.7  Regime de  Tratamento
O regime de tratamento  varia em função da disponibilidade de modalidades  específicas de tratamento, do grau de restrição ao acesso às substâncias que são provavelmente  abusadas, da disponibilidade de cuidados médicos gerais e  psiquiátricos e do meio geral e filosofia de tratamento a ser  indicado.
Pacientes devem ser  tratados no regime menos restritivo possível e que  provavelmente seja seguro e eficaz. Decisões acerca do regime  devem ser baseadas:
  1. na habilidade do paciente em cooperar com o tratamento oferecido e se beneficiar dele 
  2. na estrutura e suporte necessários 
  3. na habilidade do paciente em conter seu uso de substâncias psicoativas 
  4. na habilidade de evitar comportamentos de risco 
  5. na necessidade de tratamentos específicos somente disponíveis em certos regimes  
Pacientes  movem-se de  um nível de cuidado a outro baseado nos fatores acima e  deve-se avaliar a sua habilidade de beneficiar-se seguramente através  dos diferentes níveis de cuidados. 
Os  regimes comumente  disponíveis para tratamento incluem:
  1. regimes hospitalares 
  2. regimes de tratamento “residencial”, conhecidos em nosso meio comumente por Comunidades Terapêuticas 
  3. hospitalização parcial, comumente chamados de Centro-dia ou Hospital-dia 
  4. regimes ambulatoriais
A  duração  do tratamento deve ser determinada de acordo com as necessidades de  um dado individuo e podem variar de poucos meses a vários  anos. A monitoração para o uso de substância deve  ser intensificada nos períodos de alto risco para recaída,  incluindo os estágios de tratamento, períodos de  transição para níveis menos intensivos de  cuidado e no primeiro ano seguinte ao término do tratamento. 
2.8  Características  clínicas que influenciam o tratamento
O  planejamento e  implementação do tratamento devem considerar:
  1. as condições médicas gerais e existência de comorbidades psiquiátricas 
  2. fatores relacionados ao gênero (incluindo a possibilidade de gravidez) 
  3. idade (por exemplo, crianças, adolescentes e idosos) 
  4. ambiente social e de moradia 
  5. fatores culturais 
  6. características familiares
A  alta  prevalência  de transtornos psiquiátricos concomitantes e a distinção  diagnóstica entre os sintomas do uso da substância e  outros transtornos devem receber particular atenção e  tratamento especifico para comorbidades deve ser providenciado.



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